Sobre Wilson Wagner

Nasci na cidade Porto Alegre... Rio Grande Do Sul, em 21 de Maio de 1957, próximo da meia noite... Estava assim marcada minha etapa de evolução... Eu vim reconhecer este fato a partir dos 9 anos quando conversava com meu irmão mais novo, sobre como queria ajudar as pessoas pelo mundo, queria ser um cientista, longa jornada!. Aos 15 anos, como todos, tive uma crise de existência e me perguntava:- “o que eu vim fazer neste mundo cão”? Ei... Para tudo que eu quero descer! É... Mas não dava para parar, eu tive que ficar e enfrentar as minhas angustias, a falta de uma religião, que falasse com a minha consciência, que me mostrasse Deus como ele era realmente É. Começou-se então, uma busca incessante sem nada para nortear meu caminho até chegar à Gnose, ou ao Movimento Gnóstico no inicio da década de 1980. Bem... pelo menos tinha algo em que me apegar, a bem dizer, UM CAMINHO a seguir. Infelizmente muitas teorias e pouca prática, pelo menos para mim, que não conseguiu executar todo o potencial do conhecimento que tinha em mãos. Hoje vejo que a minha matriz energética estava por demais suja, não tinha jeito, pois de teoria foram 20 anos... dois casamentos... práticas... grupos... turmas e conferências. Quando no ano 2002 os grupos se fecharam, iniciei uma nova fase na minha vida, com novas informações e a procura de forma incessante pelo AMOR INCONDICIONAL. Existia uma consciência dentro de mim que me dizia ser esta, a chave secreta para toda a sabedoria. Como diz o mestre Hermes Trismegistro: (escrito está em sua tábua de esmeralda) - “DOU-TE AMOR NO QUAL ESTÁ CONTIDO TODO O SUMUM DA SABEDORIA ". Encontrei então, muitos autores que me ensinaram algumas regras básicas, leis de ressonância, atração, autoconhecimento. Mas, foi a partir da abertura do portal do meu coração, que ocorreu então o inicio do meu caminhar de retorno consciente à FONTE. Em 2005 percebi que o caminho era tão somente retornar à prática das terapias alternativas. Então foi isto que fiz, após ter realizado minhas iniciações: Maestria em Usui Reiki Ryoho (Tibetano), Reiki On Ron, Horus Reiki Excellentia, Iniciação de Merkabas Xamanismo, Despertar “Consciêncial” Florais de Saint Germain , Fitoalquímicos (fitoenergética)

A entrega!

Quais os significados desta palavra e suas implicações em nosso dia a dia.

Classificação morfossintática:
– [entregar] verbo presente do indicativo 3a pes singular .
– [entregar] verbo imperativo 2a pes singular .
– [entrega] substantivo fem singular .

Exemplos: Entregar, entregar a rapadura, entregar-se, entregar os pontos.

Bem está ai um conceito que em seu âmago trás uma séria de controvérsias.
Se não vejamos.
O inimigo entrega-se ou rende-se, ops se deu mal!
Entregamo-nos quando desistimos de algo, não dá mais, fui…
Entregamos o ouro para os bandidos, é ruim né!!!
Desistir ou na pior das hipóteses fugir espavorido, essa é boa.
Então de maneira geral essa palavra vai nos causar um certo arrepio ( resistência), pois de acordo com estes significados mais generalizados ela estaria para a vitória final do Jerri com o queijo na boca ( sempre ) e o Tom a ver navios ( será que ele desistiria).
Mas e quando estamos levando esta palavra para nossa via diária como ficamos em relação a isso? Como lidamos com a desistência ou não das nossas idéias?
Como nos comportamos em relação ao outro, amigo, inimigo ou outra coisa qualquer? Ninguém quer desistir de seus objetivos, dos conceitos, das necessidades materiais e seja lá o que for, mas queremos sim que o entregador da pizza chegue na hora certa!

Bem mas e quando temos que deixar de viver uma dor como fica, abandonar os conceitos carcomidos pelo tempo. Difícil não é? Ops – Resistência de novo!
Queremos sim manter este monte de lixo em nossa mente. Mudar é o caos.
Mas o que precisamos para viver o momento presente na unicidade é a entrega, aceitação, sem isso não vamos conseguir nos desvencilhar dos problemas que nos afligem. Não me refiro aqui a desistir dos ideais ou objetivos da vida, nem sequer deixar de fazer o que tem que ser feito, mas entregar sim a dor, a inveja e estas coisas ( todas ) que atravancam a vida e trazem toda sorte de sofrimentos.

Por que temos que controlar as coisas e pessoas?
Por que não deixar que cada qual faça da sua vida o que quiser?
São tantas as implicações…
Para a mim o que tenho corroborado hoje é que carregamos muito lixo, conceitos e verdades incontestáveis.
Aceitar o momento presente, isso é acolher, pegar nossa parcela de aprendizado e vivenciar, parar de brigar com o agora. Permitir-se o SENTIR.

Entrega quer dizer também para mim deixar ir finalmente seja lá o que for ( fazer o movimento interno) ter a intenção e que o universo se encarregue de tudo, soltar-se, livrar-se do peso…

Libertar-se de tudo que me faz mal.

Soltar deixar ir enfim ENTREGAR e ser feliz no agora.

Isto não vai resolver o problema em si muitas vezes mas que a vida vai ficar mais leve e gostosa isso vai.

Wâgnér C Bärbosá

Núcleo terapia quântica do ser

SOBREVIVÊNCIA VERSUS ALEGRIA DE VIVER

Ao deixarmos o Lar não trouxemos tudo, do mesmo modo que, quando vamos viajar, não levamos tudo para o outro lugar aonde vamos: apenas o essencial, o suficiente para sobreviver ali. A maior parte dos nossos pertences fica em casa. Assim fizemos quando descemos às dimensões inferiores, trouxemos apenas um fragmento do Ser Maior e glorioso que somos e continuamos a sê-lo nos domínios superiores. Aqui trouxemos uma parcela necessária para experienciarmos a fisicalidade e agregar ações/feitos para o enriquecimento do nosso Ser Maior, que é a nossa verdadeira Essência, e para o nosso Supremo Criador Pai/Mãe.

Por isso jamais estivemos ou estamos sós. Temos, além dessa Parte Maior, que “ficou” nos domínios superiores a zelar por nós, toda a família espiritual que nos protege, guia, orienta e torce por nós. Este é um motivo mais do que suficiente para sermos alegres. Precisamos permitir que a alegria de viver envolva os nossos dias na Terra. É como uma responsabilidade com a nossa Essência, sermos alegres, porque temos todas as razões para isso.

Uma atitude de apenas deixar o “tempo passar” não é benfazeja para nós nem para os que nos veem, porque denota desânimo, obrigação, como quem está arrastando um peso enorme. Mais uma vez, precisamos nos concentrar no nosso centro de poder solar (plexo solar e chackra cardíaco) e resgatar a alegria que aí reside. Procurar cuidar de nós como faríamos com uma criancinha muito amada, ouvir as nossas necessidades, dar-nos o conforto de estar com nós mesmos em todas as ocasiões sejam quais forem, nos priorizarmos, de fato.

Fomos acostumados a cuidar do outro seja lá quem for, e nos deixar por último, como aquela dona de casa que prepara a refeição para a família e não se senta à mesa com eles, porque continua trabalhando na cozinha. Há uma espécie de vício, que faz com que nos abandonemos ao primeiro aceno dos demais, como se eles fossem mais merecedores da nossa atenção do que nós. Dessa forma, a vida fica difícil, porque não pode haver alegria no abandono. E é exatamente isso o que fazemos quando descuidamos de nós para viver a vida do outro. Não foi para isso que vimos aqui.

Vamos procurar a alegria nos mínimos detalhes da nossa vida, vamos atraí-la para o nosso lado, vamos festejar cada sucesso por menor que seja, cada amanhecer, cada pôr do sol, cada dia vivido, não importa se correspondeu ou não as nossas expectativas. O que importa é a vida experienciada aqui e agora nesta época decisiva e irrevogável.

Podemos solicitar ao Elohim da Serenidade que seja nossa companhia, à medida que adentramos a Nova Terra e que a situação mundial chega ao ápice do descontrole, até conseguir atingir o equilíbrio apropriado. Com isso, teremos melhores condições de aguardar o que vier e não ficar desanimados, revoltados, impacientes e consequentemente, tristes, sobrevivendo simplesmente ao invés de viver com a alegria que nos devemos.

Vamos nos alegrar, de fato, porque chegamos até aqui, porque vivemos na época mais importante da história da Terra, porque estamos resgatando os nossos dons e dádivas, que sempre possuímos, mas que estavam envoltos no esquecimento. E, com a alegria, vem a gratidão e o apreço por SERMOS QUEM SOMOS e estarmos onde estamos nesta grande tapeçaria, em que cada um de nós é um fio que compõe a trama. Sem nós, o Criador não poderia apresentar a sua obra de arte, a Criação, na tessitura da vida.

Ivete Adavaí – adavai@antares.com.br – www.adavai.wordpress.com/

20 de fevereiro de 2009

A mente mais estável do mundo

 

Uma ioguina indiana, Dadi Janki, de 86 anos, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Cientifica da Universidade do Texas, como a “mente mais estável do mundo”, porque mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas delta, as ondas mais positivas e lentas produzidas pela atividade cerebral. Ela recebeu da ONU o título, muito raro de ser concedido, de Guardiã do Planeta, por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas… Continua http://wagbarart.wordpress.com/