Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 2.000 vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 33 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

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A entrega!

Quais os significados desta palavra e suas implicações em nosso dia a dia.

Classificação morfossintática:
– [entregar] verbo presente do indicativo 3a pes singular .
– [entregar] verbo imperativo 2a pes singular .
– [entrega] substantivo fem singular .

Exemplos: Entregar, entregar a rapadura, entregar-se, entregar os pontos.

Bem está ai um conceito que em seu âmago trás uma séria de controvérsias.
Se não vejamos.
O inimigo entrega-se ou rende-se, ops se deu mal!
Entregamo-nos quando desistimos de algo, não dá mais, fui…
Entregamos o ouro para os bandidos, é ruim né!!!
Desistir ou na pior das hipóteses fugir espavorido, essa é boa.
Então de maneira geral essa palavra vai nos causar um certo arrepio ( resistência), pois de acordo com estes significados mais generalizados ela estaria para a vitória final do Jerri com o queijo na boca ( sempre ) e o Tom a ver navios ( será que ele desistiria).
Mas e quando estamos levando esta palavra para nossa via diária como ficamos em relação a isso? Como lidamos com a desistência ou não das nossas idéias?
Como nos comportamos em relação ao outro, amigo, inimigo ou outra coisa qualquer? Ninguém quer desistir de seus objetivos, dos conceitos, das necessidades materiais e seja lá o que for, mas queremos sim que o entregador da pizza chegue na hora certa!

Bem mas e quando temos que deixar de viver uma dor como fica, abandonar os conceitos carcomidos pelo tempo. Difícil não é? Ops – Resistência de novo!
Queremos sim manter este monte de lixo em nossa mente. Mudar é o caos.
Mas o que precisamos para viver o momento presente na unicidade é a entrega, aceitação, sem isso não vamos conseguir nos desvencilhar dos problemas que nos afligem. Não me refiro aqui a desistir dos ideais ou objetivos da vida, nem sequer deixar de fazer o que tem que ser feito, mas entregar sim a dor, a inveja e estas coisas ( todas ) que atravancam a vida e trazem toda sorte de sofrimentos.

Por que temos que controlar as coisas e pessoas?
Por que não deixar que cada qual faça da sua vida o que quiser?
São tantas as implicações…
Para a mim o que tenho corroborado hoje é que carregamos muito lixo, conceitos e verdades incontestáveis.
Aceitar o momento presente, isso é acolher, pegar nossa parcela de aprendizado e vivenciar, parar de brigar com o agora. Permitir-se o SENTIR.

Entrega quer dizer também para mim deixar ir finalmente seja lá o que for ( fazer o movimento interno) ter a intenção e que o universo se encarregue de tudo, soltar-se, livrar-se do peso…

Libertar-se de tudo que me faz mal.

Soltar deixar ir enfim ENTREGAR e ser feliz no agora.

Isto não vai resolver o problema em si muitas vezes mas que a vida vai ficar mais leve e gostosa isso vai.

Wâgnér C Bärbosá

Núcleo terapia quântica do ser

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SOBREVIVÊNCIA VERSUS ALEGRIA DE VIVER

Ao deixarmos o Lar não trouxemos tudo, do mesmo modo que, quando vamos viajar, não levamos tudo para o outro lugar aonde vamos: apenas o essencial, o suficiente para sobreviver ali. A maior parte dos nossos pertences fica em casa. Assim fizemos quando descemos às dimensões inferiores, trouxemos apenas um fragmento do Ser Maior e glorioso que somos e continuamos a sê-lo nos domínios superiores. Aqui trouxemos uma parcela necessária para experienciarmos a fisicalidade e agregar ações/feitos para o enriquecimento do nosso Ser Maior, que é a nossa verdadeira Essência, e para o nosso Supremo Criador Pai/Mãe.

Por isso jamais estivemos ou estamos sós. Temos, além dessa Parte Maior, que “ficou” nos domínios superiores a zelar por nós, toda a família espiritual que nos protege, guia, orienta e torce por nós. Este é um motivo mais do que suficiente para sermos alegres. Precisamos permitir que a alegria de viver envolva os nossos dias na Terra. É como uma responsabilidade com a nossa Essência, sermos alegres, porque temos todas as razões para isso.

Uma atitude de apenas deixar o “tempo passar” não é benfazeja para nós nem para os que nos veem, porque denota desânimo, obrigação, como quem está arrastando um peso enorme. Mais uma vez, precisamos nos concentrar no nosso centro de poder solar (plexo solar e chackra cardíaco) e resgatar a alegria que aí reside. Procurar cuidar de nós como faríamos com uma criancinha muito amada, ouvir as nossas necessidades, dar-nos o conforto de estar com nós mesmos em todas as ocasiões sejam quais forem, nos priorizarmos, de fato.

Fomos acostumados a cuidar do outro seja lá quem for, e nos deixar por último, como aquela dona de casa que prepara a refeição para a família e não se senta à mesa com eles, porque continua trabalhando na cozinha. Há uma espécie de vício, que faz com que nos abandonemos ao primeiro aceno dos demais, como se eles fossem mais merecedores da nossa atenção do que nós. Dessa forma, a vida fica difícil, porque não pode haver alegria no abandono. E é exatamente isso o que fazemos quando descuidamos de nós para viver a vida do outro. Não foi para isso que vimos aqui.

Vamos procurar a alegria nos mínimos detalhes da nossa vida, vamos atraí-la para o nosso lado, vamos festejar cada sucesso por menor que seja, cada amanhecer, cada pôr do sol, cada dia vivido, não importa se correspondeu ou não as nossas expectativas. O que importa é a vida experienciada aqui e agora nesta época decisiva e irrevogável.

Podemos solicitar ao Elohim da Serenidade que seja nossa companhia, à medida que adentramos a Nova Terra e que a situação mundial chega ao ápice do descontrole, até conseguir atingir o equilíbrio apropriado. Com isso, teremos melhores condições de aguardar o que vier e não ficar desanimados, revoltados, impacientes e consequentemente, tristes, sobrevivendo simplesmente ao invés de viver com a alegria que nos devemos.

Vamos nos alegrar, de fato, porque chegamos até aqui, porque vivemos na época mais importante da história da Terra, porque estamos resgatando os nossos dons e dádivas, que sempre possuímos, mas que estavam envoltos no esquecimento. E, com a alegria, vem a gratidão e o apreço por SERMOS QUEM SOMOS e estarmos onde estamos nesta grande tapeçaria, em que cada um de nós é um fio que compõe a trama. Sem nós, o Criador não poderia apresentar a sua obra de arte, a Criação, na tessitura da vida.

Ivete Adavaí – adavai@antares.com.br – www.adavai.wordpress.com/

20 de fevereiro de 2009

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A mente mais estável do mundo

 

Uma ioguina indiana, Dadi Janki, de 86 anos, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Cientifica da Universidade do Texas, como a “mente mais estável do mundo”, porque mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas delta, as ondas mais positivas e lentas produzidas pela atividade cerebral. Ela recebeu da ONU o título, muito raro de ser concedido, de Guardiã do Planeta, por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas… Continua http://wagbarart.wordpress.com/

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